ANDRÉ GAGO e JOAQUIM NICOLAU A Gargalhada de Yorick uma versão de Hamlet, de William Shakespeare, para dois actores |
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“Uma adaptação criativa e vigorosa (...) privilegia o texto, cria empatia com o público e promove um diálogo de puro divertimento e consciencialização das virtudes literárias e da universalidade da obra de Shakespeare (...) O bobo do rei – Yorick – seria um homem feliz depois de ver este espectáculo” A Capital, 6/5/05
“90 minutos bem dispostos” Notícias Magazine, 10/4/05
“Inteligência e graça (...) do extremamente dramático ao ridiculamente cómico” Correio da manhã, 15/04/05
“Cenas hilariantes. A não perder” Tv Guia, 11/10/04
A primeira produção do Teatro Instável foi unânimemente reconhecida pelo público e pela crítica como sendo de grande qualidade.
Durante cerca de 95 minutos, André Gago e Joaquim Nicolau abordam de uma forma original aquela que é a peça de teatro mais emblemática de toda a literatura ocidental. Involuntáriamente didáctico, o espectáculo acaba por familiarizar de uma forma extremamente eficaz o público com a trama e a essência da obra.
Combinando o cómico e o trágico (como, aliás, é recorrente em Shakespeare), este espectáculo representa também uma oportunidade rara para ouvir, em português, alguns dos solilóquios mais belos da peça original: “Ser ou não Ser...”, “Que Reles e Velhaco Escravo...”, “Como Todas as Ocasiões Parecem Dar Má Informação de Mim...” |
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DIGRESSÃO 2004/2006/2007/2008
Depois da sua apresentação no auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Lisboa, o espectáculo voltou à cena no Teatro da Trindade, mas prosseguindo uma digressão que o levou já a Faro (estreia absoluta), ao Festival Cómico da Maia, a Santarém (no Dia Mundial do Teatro), ao Auditório do Ramo Grande de Praia da Vitória, ao Festival de Teatro do Cirac em Paços de Brandão, ao Cine-Teatro Virgínia de Torres Novas, à Casa de Cultura de Figueiró-dos-Vinhos, ao Fórum Machico (espectáculo inaugural), ao Festival de Teatro de Óbidos, ao Cine Teatro Caridade de Moura , ao Teatro de Vila Real, à Casa da Cultura de Paredes, ao Festival de Teatro de Ílhavo, a S. João da Madeira, ao Festival de Teatro Montemuro, ao Teatro Aveirense, ao Fórum do Seixal, ao teatro de Gil Vicente, em Coimbra, ao Cine Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, a Lousada, Alcochete e Centro Cultural Malaposta. |
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N.A.M/12 DURAÇÃO: 120 minutos
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